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Balestrin palestra no Smart Cities Park, em Nova Petrópolis

Evento focado em cidades inteligentes foi realizado de 23 a 25/11 e contou com a presença de gestores de todo o Brasil

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Foto de um homem palestrando
Balestrin apresentou o painel "Ações dos governos estaduais para inovação, ciência e tecnologia" no Smart Cities Park - Foto: Adriana Figueiredo
Por ADRIANA FIGUEIREDO ASCOM/SICT

Na manhã da última sexta-feira, 25, o secretário Alsones Balestrin, acompanhado da diretora de Gestão da Inovação da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS (SICT), Paola Schaeffer, participou do Smart Cities Park, em Nova Petrópolis. O evento, realizado pelo Instituto Paulo Ziulkoski (IPZ) com apoio da Federação das Associações de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs) e curadoria de startups realizada pela SICT, aconteceu de 23 a 25 de novembro e discutiu sobre o desenvolvimento de cidades inteligentes no Brasil.

Na ocasião, Balestrin apresentou o painel "Ações dos governos estaduais para inovação, ciência e tecnologia" aos gestores municipais e demais presentes. Durante a palestra, destacou as políticas públicas vigentes para a inserção da inovação nas oito regiões do estado, dando ênfase ao necessário processo de interiorização, orquestrado pelo programa Inova RS. Falou, ainda, da ativação e orquestração da quádrupla hélice.

Na sua fala, deu destaque ao investimento gaúcho no ecossistema de startups, materializado com o lançamento da Rede RS de Startups e o Marco Legal das Startups. De acordo com Balestrin, deste esforço, resultou o 3° lugar do estado no ranking do número de startups. “Nas startups está o potencial de crescimento de um estado”, explicou.

Segundo o secretário, juntos, são esses os principais fatores que levaram o Rio Grande do Sul a ocupar o 1° lugar em inovação no Brasil por dois anos seguidos. “Inovação gera desenvolvimento, e desenvolvimento gera qualidade de vida”, comentou Balestrin. Sobre as cidades inteligentes, o secretário explicou que são “cidades do futuro” ancoradas no trabalho colaborativo. “Pessoas inteligentes formam cidades inteligentes, porque são capazes de desenvolver a inovação em um território de forma conjunta”, concluiu.  

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